A COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma pandemia no início de março. O termo é utilizado para identificar uma situação de saúde pública em que uma enfermidade se espalha pelo mundo todo, de forma rápida e simultânea.
Por possuir essas características, a nova doença vem preocupando nações ao redor do globo e muitas dúvidas surgem, inclusive sobre como surgiu a COVID-19, quais os sintomas, e como se prevenir do coronavírus. Neste artigo especial sobre o tema, vamos abordar algumas dessas questões. Continue a leitura!
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O que é o coronavírus?
De acordo com a OMS, os coronavírus são uma grande família de vírus que podem causar doenças em animais e em seres humanos. Em nós humanos, vírus desse tipo geralmente causam infecções respiratórias, que vão desde resfriados comuns às condições e doenças mais severas.
Como sabemos, uma nova e recente variação desses vírus está infectando pessoas ao redor do mundo, e causando a doença chamada COVID-19.
Esse novo vírus era desconhecido até o surto viral que começou em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, e se espalhou por todo mundo em poucos meses.
Por se tratar de uma doença muito recente, ainda não há muitos estudos conclusivos sobre o tema. Porém, alguns dados já foram investigados e revelados por médicos, pesquisadores e organizações internacionais.
De acordo com alguns destes estudos, na grande maioria dos casos, as pessoas não chegarão a desenvolver estados graves da doença. Muitas podem ser inclusive assintomáticas. Porém, isso não é motivo para desleixo e despreocupação.
Por se tratar de uma doença altamente contagiosa, é necessário que toda a sociedade se comprometa em prevenir contra o coronavírus. Isso porque se muitos ficarem doentes ao mesmo tempo, não haverá leitos suficientes nos hospitais do país para sustentar a situação, o que prejudica a saúde de todos, inclusive daqueles em casos graves e outras doenças que precisam de atendimento.
O que fazer para se prevenir do coronavírus?
Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão do coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato com secreções contaminadas, como:
- Gotículas de saliva;
- Catarro;
- Tosse;
- Espirro;
- Contato pessoal próximo;
- Contato com superfícies ou objetos contaminados, seguido de contato com nariz, olhos e boca.
Como ainda não existem vacinas ou curas específicas para o coronavírus, a prevenção é a melhor prática para evitarmos a propagação do vírus.
Entre as medidas que ajudam neste processo, estão:
- Lave as mãos: deve ser feito com frequência, com água e sabão. A limpeza deve durar ao menos 20 segundos, e incluir o espaço entre os dedos, unhas e punhos.
- Use álcool 70: caso água e sabão não estejam disponíveis, uma opção é limpar as mãos com álcool 70 antes de encostá-las nos olhos, nariz e boca.
- Pratique a “etiqueta da tosse”: se for tossir ou espirrar, leve o rosto à parte interna do cotovelo, ou utilize lenços e papéis descartáveis para cobrir a boca e o nariz.
- Evite tocar nariz, olhos e boca: essas partes de corpo são vias de entrada para que o vírus possa entrar em nosso organismo.
- Evite multidões e cumprimentar pessoas com proximidade: mantenha distância de ao menos um metro das pessoas, e não cumprimente com beijos, abraços ou apertando as mãos.
- Fique em casa: para evitar a propagação do vírus e principalmente a superlotação dos hospitais, é necessário que todos que puderem, fiquem em casa o máximo possível.
- Limpe objetos e superfícies: como o vírus também pode estar presente nesses locais, é importante higienizá-las com produtos que possuam álcool ou cloro em sua composição.
- Alimente-se de forma saudável: apesar de não atuar exatamente para prevenir o coronavírus, uma boa alimentação garante uma melhor imunidade. Dessa forma, evita que você sofra com sintomas mais pesados da doença, seja COVID-19 ou outras infecções.
Sintomas do Coronavírus
Os principais sintomas da COVID-19 são:
- Febre
- Tosse
- Dificuldade para respirar
A nova enfermidade também pode causar infecções no trato respiratório inferior, como pneumonias.
Estes sintomas são muito semelhantes às de gripes e resfriados comuns, que se propagam especialmente durante o inverno. Algumas pessoas, porém, estão mais suscetíveis aos agravamentos da COVID-19, podendo chegar ao óbito. Por isso, elas são consideradas como grupo de risco.
Nos casos de sintomas leves, é recomendado que os pacientes fiquem em casa, evitando ir a hospitais e postos médicos.
Fatores e grupos de risco
De acordo com a OMS, a COVID-19 parece afetar mais gravemente pessoas na terceira idade, com mais de 60 anos, e/ou com condições médicas pré-existentes, como doenças crônicas. Dentre elas, estão:
- Pressão alta;
- Problemas cardíacos;
- Problemas respiratórios e pulmonares;
- Câncer;
- Diabetes.
Como vimos, a COVID-19 é uma doença nova e ainda há muitos estudos a serem feitos para sua compreensão. Até o momento, não existe vacinas ou remédios específicos para combater a enfermidade. Portanto, a melhor opção é mesmo se prevenir do coronavírus, ficando em casa e seguindo as recomendações médicas.
Devido ao alastramento da epidemia do Coronavírus (COVID-19), a Clínica CEU Diagnósticos está trabalhando em escala reduzida, atendendo especialmente exames de urgência.
Caso você apresente sintomas da nova doença ou tenha tido contato com qualquer pessoa potencialmente contaminada com o novo vírus, solicitamos que reagende seu exame para uma data futura. Se tiver alguma dúvida, entre em contato conosco.
A Clínica CEU possui várias ações de biossegurança como higienização contínua de áreas, disponibilização de álcool 70º em todos os locais de atendimento e espera, campanhas de conscientização para higienização das mãos, luvas e máscaras para pacientes e colaboradores, quando necessário. Proteger e evitar riscos é responsabilidade de toda a sociedade