As vacinas são um marco na história da saúde. Conforme a Organização Mundial de Saúde, mais de 3 milhões de vidas são salvas pelos imunizantes. Por esse motivo, o Dia Nacional da Imunização, comemorado em 9 de junho, contribui para promover a importância da imunização no controle de epidemias. A seguir, conheça mais sobre este assunto!
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O que é o Dia Nacional da Imunização?

Celebrado em 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização visa conscientizar a população brasileira sobre a importância de tomar as vacinas disponíveis. Afinal, esses imunizantes contribuem para reduzir a mortalidade e previne o surgimento de muitas doenças. Desse modo, podemos ver a vacinação como um importante auxílio para a saúde coletiva.
Qual a importância da vacinação?
O Dia Nacional da Imunização auxilia na conscientização sobre a importância da vacinação. A vacina é uma substância que sensibiliza o sistema imunológico do organismo para que defesas sejam criadas.
Assim, anticorpos especiais se desenvolvem para combater doenças que podem causar a morte ou mesmo graves sequelas, como a difteria, tétano e a paralisia infantil. Além disso, as vacinas evitam a propagação de doenças em massa, como a influenza, sarampo e, mais recentemente, a Covid-19.
Quais as vacinas oferecidas pelo Calendário Nacional de Vacinação no Brasil?
O Calendário Básico de Vacinação é feito pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações), correspondendo ao conjunto de vacinas consideradas prioritárias à saúde pública no Brasil.
Atualmente, o calendário conta com 19 imunizantes recomendados desde o nascer até a terceira idade. Essas vacinas estão disponíveis em rede pública. No entanto, clínicas particulares podem realizar essas e outras imunizações quando necessário. A seguir, confira as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.
- BCG – contra formas graves de tuberculose, meníngea e miliar. Dose única, ao nascer;
- Hepatite B – contra a hepatite B. Dose ao nascer;
- Poliomielite 1,2,3 – contra a poliomielite. Três doses: 1ª dose: 2 meses, 2ª dose: 4meses, 3ª dose: 6 meses;
- Poliomielite 1 e 3 – contra poliomielite. Dois reforços: 1° reforço: 15 meses, 2° reforço: 4 anos;
- Rotavírus humano G1P1 – contra Rotavírus. Duas doses. 1ª dose: 2 meses, 2ª dose: 4 meses;
- DTP+Hib+HB – contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenzae B e hepatite B. Três doses: 1ª dose: 2 meses, 2ª dose: 4 meses, 3ª dose: 6 meses;
- Pneumocócica 10-valente (PCV) – contra pneumonias, meningites, otites, sinusites pelos sorotipos que compõem a vacina. Duas doses: 1ª dose: 2 meses, 2ª dose: 4 meses, reforço: 12 meses;
- Meningocócica C – contra a meningite meningocócica tipo C. Duas doses: 1ª dose :3 meses, 2ª dose: 5 meses e reforço: 12 meses;
- Febre Amarela – contra febre amarela. Dose única aos 9 meses e reforço aos 4 anos;
- Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR) – contra sarampo, caxumba e rubéola. Duas doses: 1ª dose com SCR aos 12 meses e 2ª dose aos 15 meses;
- Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela (SCRV) – contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. Duas doses: 1ª dose com 12 meses e a 2ª dose com 15 meses;
- Hepatite A – contra a hepatite A. Dose única aos 15 meses;
- Difteria, Tétano e Pertussis (DTP) – contra difteria, tétano e coqueluche. Doses anteriores com a DPT e reforço: 1º reforço: 15 meses, 2º reforço: 4 anos;
- Difteria e Tétano (dT) – contra difteria e tétano. Três doses considerando as DTPs anteriores. A partir dos 7 anos;
- Papilomavírus humano (HPV) – contra o Papilomavírus Humano 6, 11, 16 e 18. Duas doses de 9 a 14 anos para meninas e meninos;
- Pneumocócica 23-valente – contra meningite, sepse pneumonias, sinusite, otite e bronquite. A partir de 5 anospara crianças indígenas, sem comprovação da vacina PCV 10;
- Varicela – contra varicela. Uma dose, considerada a segunda de varicela, aos 4 anos;
- Meningocócica ACWY (Conjugada) – contra meningite meningocócica sorogrupos A, C, W e Y. Dose única entre 11 e 14 anos.
Campanhas nacionais de imunização

Além das vacinas estabelecidas no Calendário Nacional de Vacinação, anualmente são feitas campanhas para aumentar a proteção da população contra microorganismos que exigem atualização vacinal por meio de reforço. Alguns exemplos são as campanhas da influenza, sarampo (de acordo com a situação epidemiológica), Covid-19 e poliomielite.
Além disso, são feitas campanhas para conscientizar a população a acertar o calendário vacinal. Ou seja, convidando crianças, jovens, adultos e idosos a buscarem as vacinas que faltam na carteira de imunização. Dessa forma, é possível atualizar o calendário e diminuir os riscos causados por doenças que podem ser evitadas por meio dos imunizantes.
Na leitura acima, você pôde entender a importância das vacinas e do Dia Nacional da Imunização. Do mesmo modo, conferiu os principais imunizantes que não podem faltar no calendário vacinal de todo brasileiro. Portanto, é só conferir sua carteira de vacinação e buscar o centro de saúde mais próximo!
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