Mitos e verdades sobre o ultrassom 4D

Os futuros papais e mamães estão sempre se preocupando com a saúde do filho que está por vir. A medicina evoluiu muito e com a ajuda da tecnologia hoje podemos ver o bebê em três e até quatro dimensões. No entanto, é preciso conhecer os mitos e verdades sobre o ultrassom 4D.

A ultrassonografia em 4D é a evolução do exame bidimensional. Você provavelmente já conhece o procedimento em 3D, que permite visualizar o feto com grande nitidez, em profundidade, largura e altura durante o pré-natal.

Como funciona o ultrassom 3D e 4D?

A imagem vista no ultrassom 3D é uma composição de diversas imagens bidimensionais, que apresenta a pele que envolve o bebê. Esta imagem final mostra detalhes como formatos da boca e nariz.

O 4D dá o mesmo resultado, com uma diferença: os pais podem ver as cenas em tempo real. Ou seja, enquanto um obstetra capta as imagens, é possível acompanhar os movimentos do feto, como o mexer das perninhas, abrir e fechar boca e olhos e até mesmo visualizar seus estímulos ao ambiente exterior.

Ficou interessado em conhecer mais sobre o exame? Confira alguns mitos e verdades sobre o ultrassom4D!

Mitos e verdades sobre o ultrassom 4D

Será que este tipo de ultrassonografia é um teste essencial na gestação? Quando ele deve ser feito? Existem questões acerca do tema e nós vamos responder algumas.

1. O ultrassom 4D é essencial no pré natal

Mito.

Apesar de utilizar uma tecnologia avançada e possibilitar uma vista melhor do feto, do ponto de vista médico, nem o ultrassom 3D ou 4D são essenciais no controle pré-natal e não dispensam a realização do exame convencional.

Em algumas situações específicas, ele pode ser requisitado para mostrar detalhes de possíveis malformações externas – das extremidades e faciais, mas isso não é uma regra.

2. O período mais indicado para se realizar um ultrassom 4D é entre a 26ª e a 30ª semanas

Verdade. 

É a partir dá 26ª semana de gestação que se pode ter uma visão mais nítida do rosto do feto. Ainda assim, elas não são perfeitas, nem tão pouco bonitas, pois ele ainda está em formação e há pouco tecido adiposo sob a pele, destacando muito seu esqueleto.

Por outro lado, após a 30ª semana, o bebê está muito maior, ocupando grande espaço no útero, o que dificulta as imagens boas.

3. A imagem sempre fica boa

Mito.

Mamães e papais, é muito importante ficarem atentos a isso. Nem sempre a imagem ficará boa ou sequer vocês conseguirão ver o rosto do seu filho. Uma imagem em boa qualidade depende:

  • Da posição do feto – ele pode estar com as mãozinhas no rosto, muito próximo da parede do útero ou de costas para a barriga;
  • Da posição do cordão umbilical – que pode estar à frente do rosto;
  • Da quantidade de líquido amniótico – pouca quantidade não favorece a leitura e
  • Da quantidade de gordura que a mãe tem na barriga – seu excesso dificulta a passagem das ondas.

4. O ultrassom 4D é uma evolução do 3D

Verdade.

Conforme falamos acima, o 4D é uma evolução do 3D e a grande vantagem é que é possível ver o bebê em tempo real.

5. O ultrassom 4D é indicado para diagnosticar doenças

Mito.

Em geral os exames em 3D ou 4D conseguem apontar às mesmas doenças que o ultrassom convencional, como problemas na coluna; Síndrome de Down; malformações nos órgãos e no cérebro e lábio leporino.

A diferença é que eles podem apresentar uma imagem mais próxima da realidade, ajudando na identificação desses problemas. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais, comparou a eficiência do ultrassom 3D com a do bidimensional para o diagnóstico de hipoplasia pulmonar letal do recém-nascido.

Os pesquisadores apontaram que conseguiram identificar 11 vezes mais chances de o feto apresentar a doença no exame em 3D, contra duas vezes nas demonstrações feitas pelo procedimento tradicional.

Por outro lado, o 4D ou 3D ainda não excluem a ultrassonografia tradicional na gravidez.

6. Dá para ver a fisionomia do bebê

Verdade.

Por apresentar imagens em movimento, no ultrassom em 4D é possível ver o formato do rosto e até caretas que ele esteja fazendo. Porém, como já abordado, a imagem nítida dependerá de vários fatores.

7. Convênios não cobrem o procedimento 

Depende.

Isso vai depender do convênio adquirido, mas nenhum plano é obrigado a oferecer o serviço. Isso porque não há justificativa médica de que ele seja indispensável. Além disso, trata-se de um procedimento mais caro, em média R$ 300.

8. É possível gravar o ultrassom 4D

Verdade.

Os pais que desejam levar para casa o vídeo do pequeno podem pedir a gravação das imagens. Aliás, a própria clínica que realiza o procedimento já oferece um DVD com as imagens do bebê, com adicional. 

Conforme você pôde conferir, existem diversos mitos e verdades sobre o ultrassom 4D e os pais devem estar atentos à eles. De toda forma, antes de realizar o exame, vale a pena fazê-lo numa clínica de confiança.

Este é o caso da Clínica CEU, localizada na área hospitalar de Belo Horizonte. Se você deseja realizar o ultrassom 4D em BH, eternizando as primeiras imagens do seu filho, realize o agendamento do exame de forma rápida e online.

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Mitos e verdades sobre o ultrassom 4D
Equipe da Clínica CEU

Responsável pelo conteúdo: Dr Rogério Augusto Pinto da Silva - CRM: 13323 - MG. Currículo Lattes. http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728497Y9

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