Como é o diagnóstico do câncer de mama?

Neste mês de outubro voltamos nossos olhares para uma questão: o combate ao câncer de mama. A doença que muitas vezes pode ser fatal depende de diversos fatores para a sua prevenção.

De acordo com dados do INCA, a estimativa para o ano de 2018 era de “5.360 casos novos de câncer da mama feminina com a taxa bruta de 50,15 casos novos por 100 mil mulheres mineiras”.

Ainda, apenas entre 2006 e 2017 a mortalidade de mulheres no estado de Minas Gerais  por neoplasia da mama cresceu assustadores 52%. Em 2017, foram 1.430 óbitos femininos pela doença.

Sabemos que os hábitos cotidianos, como a alimentação, o sedentarismo e o uso de substâncias tóxicas influenciam diretamente no bem-estar e longevidade de qualquer pessoa.

Por outro lado, há fatores de riscos que independem de boas práticas diárias, como a propensão familiar e até mesmo a exposição ambiental. Nesse sentido, o acompanhamento médico regular e diagnóstico precoce são essenciais em todas as fases da vida.

A campanha Outubro Rosa visa, por meio de diversos tipos de ações, promover informações sobre o câncer de mama, prevenção, seu diagnóstico e tratamento. Por isso, preparamos esse post. Continue a leitura e entenda!

Como o câncer de mama é diagnosticado

São diversas etapas do diagnóstico do câncer de mama e o mais importante é detectá-lo cedo, pois, em 90% desses casos há possibilidades de cura. Então, antes mesmo de buscar um especialista, é preciso fazer o autoexame em casa.

Veja como fazer:

  1. Levante um dos braços e dobre-o atrás da cabeça,
  2. Com a outra mão, passe os dedos levemente sobre toda extensão dos seios,
  3. Você deve buscar por irregularidades, como inchaços, vermelhidão, irritação, secreções, e tudo o que não for normal,
  4. Vale observar às mamas parte por parte com um pequeno espelho, sobretudo na parte inferior dos mamilos.

O diagnóstico laboratorial do câncer de mama se dá de duas formas: com o exame clínico (toque do médico) e com exames de imagem – ultrassom e mamografia.

Uma vez que a mulher identifica, por meio do auto exame de toque, alguma irregularidade, ela deve buscar um ginecologista que fará o exame clínico e, se necessário, a encaminha à realização do exame de imagem.

Com os resultados de imagem em mãos, o médico mastologista, de acordo com seu diagnóstico, pode orientar uma biópsia. O procedimento cirúrgico visa retirar pedaços de tumor que serão analisados em laboratório por um patologista. Com isso, tem-se a resposta se trata-se, ou não de um câncer.

Outros exames indicados

Uma vez identificada a doença, alguns exames podem ser solicitados pelo especialista para a análise da progressão dá doença. São eles:

O rastreamento pela mamografia

Tão essencial quanto o autoexame é a mamografia, sobretudo em mulheres que estão na faixa de risco.

A mamografia é indicada anualmente para mulheres a partir de 40 anos. Mulheres entre 40 e 49 anos são responsáveis por cerca de 20% dos casos da doença no Brasil.  Em casos onde há fatores de risco, o rastreamento deve começar um pouco antes disso.

A mamografia é o exame mais indicado e é o único que apresenta real eficácia na redução da mortalidade do câncer de mama

Se você ainda tiver dúvidas sobre o exame de mamografia, confira nosso webinário com a Médica Radiologista, Especialista em Imagem da Mulher e Coordenadora do Serviço de Mamografia da Clínica CEU, Patrícia Martins.

Portanto, a nossa principal recomendação é a de buscar por médicos experientes, éticos e de boa formação para cuidar de sua saúde. Tais profissionais poderão acompanhá-la durante toda a sua vida, ter conhecimento aprofundado sobre a sua saúde e, portanto, indicá-la aos melhores tratamentos disponíveis.

Se precisar agendar a mamografia para o rastreamento do câncer de mama, solicite seu horário de forma online.

Como é o diagnóstico do câncer de mama?
Equipe da Clínica CEU

Responsável pelo conteúdo: Dr Rogério Augusto Pinto da Silva - CRM: 13323 - MG. Currículo Lattes. http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728497Y9

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