Doenças crônicas: 6 fatos que você não pode deixar de saber!

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as doenças crônicas são a maior causa de morte em todo o mundo. Consequentemente, atingindo 38 milhões de pessoas no planeta. Um fato que torna essa realidade ainda mais preocupante, é que as doenças crônicas são em sua maioria assintomáticas.

Já segundo o Ministério da Saúde, 57,4 milhões de brasileiros convivem com pelo menos uma dessas doenças e, entre as mais prevalentes estão: a hipertensão, problemas pulmonares, diabetes, doenças reumáticas, depressão e asma.

As doenças crônicas são divididas em duas categorias: transmissíveis, associadas a infecções e causadas por organismos invasores como vírus e parasitas, e não transmissíveis, que se associam a idade e estilo de vida. 

Ainda que pouco se saiba sobre as causas e também as curas para as patologias crônicas, elas são frequentemente estudadas. No artigo de hoje, você verá 6 fatos que precisa conhecer sobre essas patologias. Acompanhe conosco!

6 fatos sobre doenças crônicas que você precisa saber

Em primeiro lugar, condições clínicas que apresentam sintomas que podem ter progressão lenta, as doenças crônicas apresentam longa duração com muitas delas acompanhando o indivíduo por toda a vida.  Assim, o grupo de doenças crônicas é dividido entre:

  • congênitas: em que a pessoa nasce com a condição ou a desenvolve nos primeiros meses de vida;
  • e não congênitas: desenvolvidas ao longo da vida.

Com sintomas silenciosos ou que podem aparecer de forma permanente ou esporádica, as doenças crônicas comprometem a qualidade de vida. Desse modo, sendo um risco para a saúde e precisando de tratamento adequado, a partir de seu diagnóstico.  Continue a leitura para conferir 6 fatos sobre as doenças crônicas que é preciso saber!

1. Idade, sexo e renda podem ser fatores de risco

O desenvolvimento das patologias crônicas não transmissíveis geralmente é resultado de diferentes fatores genéticos, ambientais, fisiológicos e comportamentais. Ou seja, o estilo de vida é um dos principais desenvolvedores de dessas doenças, como:

  • tabagismo ;
  • uso de drogas;
  • abuso do álcool;
  • obesidade;
  • uso indiscriminado de medicamentos.

Além disso, a falta de atividades físicas e uma alimentação desequilibrada e pobre em nutrientes contribuem para que o sistema imunológico fique ainda mais fraco. Consequentemente,  tornando o indivíduo mais suscetível às infecções

Da mesma forma, outros fatores que têm grande influência em relação ao desenvolvimento de doenças crônicas são idade, sexo, genética, escolaridade e renda.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, nos próximos 20 anos estima-se que haverá três vezes mais casos de doença isquêmica cardíaca e acidentes vasculares cerebrais na América Latina e Caribe, sendo as populações mais vulneráveis as famílias de baixa renda.

2. Síndromes cardíacas e pulmonares são as principais doenças crônicas no Brasil

Entre as principais doenças crônicas no Brasil estão as síndromes pulmonares e cardíacas em primeiro lugar. Além delas, as doenças metabólicas, renais e neuropsiquiátricas estão presentes. Confira:

  • asma;
  • DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica);
  • bronquite crônica;
  • enfisema pulmonar;
  • hipertensão;
  • insuficiência cardíaca;
  • AVE (acidente vascular encefálico);
  • doença vascular periférica;
  • diabetes;
  • câncer;
  • doença renal crônica;
  • depressão; 
  • abuso de álcool;
  • dependência química;
  • doença de Parkinson;
  • doença de Alzheimer.

3. Patologias crônicas acometem principalmente o sexo feminino

Segundo levantamento realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com o Ministério da Saúde, em 2013, as enfermidades crônicas atingem em maior número o sexo feminino, em quase 45%. 

4. Portadores de doenças crônicas podem ser isentos de impostos

Algumas doenças crônicas permitem a isenção do Imposto de Renda, rendimentos relativos a aposentadoria, pensão ou reforma. Ou seja, incluindo complementação recebida de entidades privadas e pensão alimentícia.

Nesse sentido, são os portadores das doenças crônicas como:

  • AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida);
  • cardiopatia grave;
  • alienação mental;
  • esclerose múltipla;
  • espondilite anquilosante;
  • fibrose cística;
  • doença de Parkinson;
  • doença de Paget;
  • neoplasia maligna;
  • Hepatopatia grave;
  • nefropatia grave;
  • Tuberculose ativa.

5. Atividades físicas podem possui papel importante na prevenção

Primordialmente, a prática de exercícios físicos regulares pode ser uma forma capaz de agir na prevenção das doenças crônicas. Além disso, também pode ser uma maneira de tratamento não farmacológico para aquelas patologias que já estão estabelecidas. Assim como, melhorando a qualidade de vida e aumentando o bem-estar do indivíduo.

6. O perigo da obesidade

A American Medical Association, uma das organizações médicas de maior influência no mundo, decidiu em 2013 classificar a obesidade como uma doença. Dessa forma,  ao longo dos anos, outras entidades, assim como a OMS, reconheceram que essa condição era um problema crônico, com necessidade de tratamento específico.

Conclusão

Por fim, ainda que muitas das doenças crônicas não tenham causas definidas e nem mesmo cura, conhecer fatos acima é uma maneira de entender a importância de cultivar hábitos saudáveis e manter os exames médicos em dia. Assim, é possível a evitar o desenvolvimento dessas doenças ou ter um diagnóstico precoce, que contribua para o melhor tratamento e qualidade de vida. 

Gostou de saber sobre este assunto? Então, conheça mais sobre doenças crônicas não transmissíveis!

Doenças crônicas: 6 fatos que você não pode deixar de saber!
Equipe da Clínica CEU

Responsável pelo conteúdo: Dr Rogério Augusto Pinto da Silva - CRM: 13323 - MG. Currículo Lattes. http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728497Y9

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